A aviação doméstica no Brasil registrou o maior número de passageiros da história no primeiro trimestre de 2026, com 25,2 milhões de pessoas transportadas. Esse total representa um aumento de 6,17% em relação ao mesmo período de 2025, quando 23,7 milhões de passageiros foram movimentados.
Pela primeira vez, o país alcançou a marca de 25 milhões de passageiros domésticos nesse intervalo. Em março, o setor também bateu recorde ao superar 8 milhões de passageiros em um único mês, com crescimento de 1,3% sobre os 7,9 milhões registrados em março de 2025.
“O crescimento consistente do número de passageiros domésticos mostra a força do turismo e o quanto os brasileiros estão viajando pelo país. Esse resultado reflete as políticas do governo do presidente Lula, que favorecem o mercado aquecido, movimenta a economia e gera emprego e renda em todas as regiões”, afirmou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
O avanço ocorre em um contexto internacional desafiador, com aumento no preço do barril de petróleo e redução da oferta de voos em vários países. Mesmo assim, o mercado interno brasileiro mostrou resiliência e sustentação da demanda por viagens.
“As ações do Governo Federal, conduzidas pelo presidente Lula, vêm justamente dar suporte a esse avanço, reduzindo custos e garantindo que cada vez mais pessoas tenham acesso ao transporte aéreo”, destacou o ministro Feliciano. Entre as medidas está um pacote emergencial ao setor aéreo, formalizado em março de 2026 por meio de medida provisória, projeto de lei e decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A iniciativa visa coibir a alta do combustível de aviação e reduzir os custos das passagens, e foi apresentada pelo ministro a países da América Latina.
No âmbito internacional, o Brasil também registrou recordes. No primeiro trimestre, 8,3 milhões de passageiros foram transportados, um aumento de 13% em relação aos 7,3 milhões de 2025. Em março, o número chegou a 2,5 milhões, 8,8% a mais que no mesmo mês do ano anterior. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
