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Bursite do Ombro: Causas, Sintomas e Recuperação

Sentir dor ao levantar o braço pode atrapalhar sua rotina. A bursite é uma causa comum desse desconforto, especialmente em quem gosta de atividade repetitiva. Neste artigo você vai encontrar explicações claras sobre o que provoca a inflamação, como reconhecer os sinais e quais passos seguir para recuperar a mobilidade.

Prometo linguagem direta e exemplos que você pode aplicar já. Vamos falar de diagnóstico, tratamentos que costumam funcionar e exercícios simples para recuperação. Se precisar de avaliação, vou indicar quando buscar ajuda profissional.

O que é bursite do ombro

A bursa é uma pequena bolsa cheia de líquido que facilita o deslizamento entre tendões e ossos. Quando essa bolsa inflama, surge a bursite. No ombro, a inflamação causa dor na parte lateral ou superior do braço.

A dor costuma aumentar ao levantar o braço, alcançar objetos ou ao dormir sobre o lado afetado. A limitação de movimento é comum, mas com o cuidado certo é possível melhorar significativamente.

Causas comuns

Entender as causas ajuda a evitar recidivas. Abaixo estão as principais situações que levam à bursite do ombro.

  • Movimentos repetitivos: Atividades como pintar, nadar ou usar ferramentas podem irritar a bursa.
  • Lesões agudas: Uma queda ou impacto direto pode inflamar a bursa.
  • Postura inadequada: Trabalhar com os ombros elevados ou curvados aumenta a pressão na região.
  • Doenças inflamatórias: Artrite reumatoide ou gota podem predispor à bursite.
  • Idade: Com o tempo, a sobrecarga e o desgaste aumentam o risco.

Sintomas principais

Os sinais costumam ser claros, mas variam de pessoa para pessoa. Veja os sintomas que indicam bursite do ombro.

  • Dor localizada: Geralmente na parte externa do ombro e superior do braço.
  • Rigidez: Dificuldade para levantar o braço ou pentear o cabelo.
  • Sensibilidade ao toque: Dor ao pressionar a área inflamada.
  • Piora à noite: Incômodo ao deitar sobre o ombro afetado.

Como é feito o diagnóstico

O médico começa com perguntas sobre dor, atividades e história de lesões. O exame físico testa amplitude de movimento e pontos de sensibilidade.

Exames de imagem como raio-x, ultrassom ou ressonância magnética confirmam a inflamação e descartam outras causas, como tendinite ou ruptura do manguito rotador.

Se achar necessário, procure um médico especialista do ombro para avaliação e orientações precisas.

Tratamentos eficazes

O tratamento costuma combinar medidas caseiras e suporte profissional. A recuperação depende da causa e da gravidade.

  1. Repouso relativo: Evitar movimentos que causem dor nos primeiros dias.
  2. Gelo: Aplicar gelo por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, reduz a inflamação.
  3. Medicação: Anti-inflamatórios e analgésicos ajudam a controlar a dor.
  4. Fisioterapia: Exercícios para recuperar força e mobilidade são fundamentais na fase de reabilitação.
  5. Infiltração: Em casos persistentes, injeção de corticoide pode ser indicada pelo médico.
  6. Cirurgia: Raramente necessária; reservada para situações que não respondem a tratamentos conservadores.

Exercícios para recuperação

Movimentos leves, feitos com orientação, aceleram a recuperação e previnem rigidez. Faça os exercícios somente quando a dor diminuir e com o aval do seu terapeuta.

  • Alongamento pendular: Incline o tronco e deixe o braço relaxar; movimente em círculos suaves.
  • Retração escapular: Puxe os ombros para trás e para baixo, mantendo a postura ereta.
  • Elevação frontal com cuidado: Levante o braço à frente até a dor permitir, com repetição controlada.
  • Fortalecimento com resistência leve: Uso de faixa elástica para fortalecer o manguito rotador.

Tempo de recuperação

A recuperação varia. Formas leves melhoram em 2 a 6 semanas com repouso e fisioterapia. Casos moderados podem levar de 6 a 12 semanas. Quando há lesões associadas, a recuperação pode ser mais longa.

O importante é progredir sem forçar. A volta às atividades normais deve ser gradual para evitar recaídas.

Prevenção e cuidados diários

Prevenir é mais simples do que tratar. Pequenas mudanças reduzem muito o risco de nova crise.

  • Ergonomia: Ajuste a altura de mesas e ferramentas para evitar elevação constante dos ombros.
  • Varie movimentos: Alterne tarefas para não sobrecarregar sempre os mesmos músculos.
  • Fortalecimento regular: Mantenha exercícios para ombro e escápula na sua rotina.
  • Aquecimento: Antes de atividades físicas, aqueça e alongue o ombro.

Quando procurar ajuda médica

Procure atendimento se a dor for intensa, persistente por mais de duas semanas, ou acompanhada de calor e febre. Esses sinais podem indicar infecção ou outra condição que exige tratamento urgente.

Se a dor limitar tarefas básicas do dia a dia ou se houver perda de força, agende uma avaliação com um especialista para evitar complicações.

Conclusão

A bursite do ombro pode ser dolorosa, mas na maioria dos casos responde bem a tratamento conservador. Identificar causas, adotar medidas de alívio e seguir um plano de reabilitação são passos-chave para a recuperação.

Revise as orientações, faça os exercícios com regularidade e, se necessário, busque avaliação profissional. Lembre-se da palavra-chave Bursite do Ombro: Causas, Sintomas e Recuperação e aplique as dicas para voltar às suas atividades com mais segurança.

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